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Ossos de Má Qualidade
Situação Anterior
Bryant demonstrou em seu artigo (1998) que o osso de má qualidade afeta negativamente o sucesso do implante dentário.
Sennerby et al. (1998), demonstrou em estudos de implantes de titânio rosqueado que as altas taxas de falha estão associadas com osso de má qualidade.
Resultado das Pesquisas OSSEOTITE® Baseadas em Evidências (Figura 2)
Os CSR´s (???) para implantes OSSEOTITE® colocados em sites (???) com osso de boa e má qualidade são 98,4% e 98,1%, respectivamente (p>0.05).
Conclusão
O mesmo alto nível de sucesso encontrado com a colocação de implantes OSSEOTITE® em osso de boa qualidade também é verificado em osso de má qualidade.
Implicações Práticas
Normalizar os percentuais de falha em toda área da boca, inclusive o maxilar superior posterior
Reduzir ao mínimo os períodos de cicatrização em pacientes com ossos comprometidos
Ossos de Má Qualidade
Quando se utiliza a escala de classificação de quatro graus
de Leckholm e Zarb, considera-se osso de má qualidade os
tipos III e IV. Quando se utiliza a escala de três graus de
Trisi e Rao, o terceiro grau é considerado osso de má
qualidade.
Detalhes da Pesquisa A qualidade do osso foi avaliada durante a preparação da osteotomia e classificado como densa, normal ou macia. Osso de má qualidade se refere aos macios. Osso de boa qualidade se refere aos densos e normais.